PT // Atuei na direção de arte e design do case e dos materiais visuais da campanha de Dia da Pipoca da Cinemark. A ideia era simples: convidar o público a levar qualquer recipiente ao cinema e enchê-lo de pipoca por um preço fixo. Mala, balde, piscina inflável… se cabia pipoca dentro, estava valendo. Meu papel foi transformar essa energia caótica da internet em visuais fortes e imediatamente reconhecíveis da marca.
O desafio foi manter a identidade da Cinemark firme enquanto abraçávamos a criatividade do público. As pessoas começaram a aparecer com “baldes” cada vez mais improváveis e postar tudo nas redes. O resultado: muito engajamento orgânico, cinemas cheios e a prova de que, às vezes, marketing bom é só dar às pessoas uma ideia meio absurda.
Premiações: Bronze em Marketing Promocional no Effie Awards; Bronze em Eficácia em campanha digital no Lusófonos; Anuário no Clube de Criação em Ação promocional.
Ficha técnica: Agência: Magenta (MGNT); Diretor de criação: Sergio Barros; Redação: Maryna Gonçalves e José Maruxo; Direção de arte: Sergio Barros, Thomas Mendes, Caio Slikta e Lucas Pereira; Estratégia de Marca: Edgar Demutti; Atendimento: Barbara Bertuol e Guilherme Neves; Gerente de Projeto: Flávia Escobar; Mídia: Guilherme Neves; Estratégia de Conteúdo Digital: Camila Muniz; Equipe e Conteúdo Digital: Camila Rubim e Laura Farah; RTVC: Luiza Campanelli e Yuri Fuly
EN// I worked on the art direction and design for the case film and visual materials of Cinemark’s National Popcorn Day campaign. The idea was simple: invite people to bring any container to the theater and fill it with popcorn for a fixed price. Suitcases, buckets, inflatable pools… if it could hold popcorn, it counted. My role was to translate this chaotic internet energy into bold, unmistakably Cinemark visuals that could carry the campaign across different platforms.
The challenge was keeping the brand strong while embracing the absurdity of user creativity. People showed up with increasingly questionable “buckets,” proudly documenting everything online. The result was massive organic engagement, sold-out theaters, and a reminder that sometimes the best marketing strategy is simply giving people permission to be a little ridiculous.